quarta-feira, 21 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
VIDA, FÉ E MISSÃO DOS LEIGOS MISSIONÁRIOS
Bonita parceria desta Província Redentorista vem
fortalecendo e oferecendo novas possibilidades de comunhão mútua e
experiências no cotidiano da vida, fé e
missão dos leigos. Parceria esta que encoraja e suscita
compromisso e discernimento dos leigos como membros do povo fiel ao Cristo, o
Redentor das nossas vidas e histórias. Como missionários, participam com
alegria e audácia da missão de Jesus e da Igreja, no espírito do pai
espiritual, o fundador Santo Afonso e
seus seguidores.
Organizados em Unidades, verdadeiras comunidades de fé
e vida, os leigos reúnem-se periodicamente com a presença amiga e fraterna de
um assessor (Redentorista) para formação, orações e partilhas. Compostos de
homens e mulheres (casados ou não) e jovens,
respondem com esperança a vocação batismal, em comunhão com o carisma da
Congregação Redentorista. Retiros e assembleias anuais, animadas e coordenadas
também pelos Redentoristas estimulam e provocam disponibilidade para a missão e
a vida apostólica.
Três são os eixos norteadores que alimentam a
espiritualidade dos leigos nesta Província do Rio, fazendo florescer a “missão
no coração e o coração na missão a serviço da abundante Redenção”: formação,
aprofundamento na espiritualidade cristã e Redentorista e a vivência e o despertar da criatividade
missionária.
Sem dúvida, muitos leigos têm descoberto que o carisma
e a espiritualidade Redentorista encontram eco na sua vida, fé e missão. Com
certeza, essa parceria proporciona nova mentalidade missionária, novo jeito de
fazer apostolado e outras tantas maneiras de se tornarem presentes no mundo da
família, do trabalho, da sociedade e até mesmo como enfrentar os muitos
desafios do seu dia-a-dia.
Sendo os Redentoristas
desafiados a reestruturação da
Congregação, é sim fecundo esse chamado
à comunhão para a missão. Assim, de mão dadas, Redentoristas e leigos vão proclamando, de modo sempre novo,
a Boa nova de Jesus Cristo ao mais abandonados.
Angelo Farias – Missionário Leigo
Redentorista – Unidade Dom Muniz – BH/MG
terça-feira, 11 de junho de 2013
Na casa de Nazaré, Deus se fez pequeno!
Encarnação
de Jesus, dádiva sem igual, que o céu oferece aos homens. Desceu, de
sua onipotência divina, fazendo-se morada em humano seio. Das alturas, a
graça; na terra, a morada. Entrou na carne histórica para fertilizá-la
com as sementes de dom eterno. O que era sem porta, ganhou largas
janelas de infinitas possibilidades, no amor. O que era fechado, recebeu
vias abertas de um encontro salvífico. Casa, mais que um lugar, o
cotidiano no qual a fragilidade de homens e mulheres pode dialogar com o
Espírito de Quem vivifica. Moradia do ser é aquele coração que o guarda
como pastor. De modo que a vocação humana mais genuína é cuidar do
divino encarnado, da história como tempo sagrado de construções
amorosas.
Imagina,
Deus quer ser cuidado por tão frágeis criaturas. Como assim? Ah, Maria,
Perpétuo Socorro, eis o ícone exemplar. Casa sem igual; entrega
magnífica! Da simplicidade de Nazaré, abriu-se na escuta silenciosa que
somente os simples conseguem. Em sua humildade, barro no chão da vida,
ofertou-se. Casa do colo, do pão e da palavra; morada do silêncio, da
partilha de fé e vida. Pequena, foi enriquecida pela única riqueza;
morada de Deus. Sim, Maria! Socorro maior, em tempos estranhos, é
alargar estreitezas. E na clareira do caminho, ver que a Palavra fez-se
carne. Com seus olhos ternos, mãos de amparo, face serena, socorrei os
passos cansados pela poeira do que ainda é desumano. Ajudai os
peregrinos, na história, a viverem a mística do cotidiano santificado,
sem desistir do bem.
Socorrei,
Maria, casas sem tetos de fé, amparo dos passos andantes; sem janelas
de esperança, asas de sonhos bons; sem mesas de comunhão, partilha dos
famintos; sem portas abertas para o irmão. Fazei ecoar naquela morada,
intimidade cordial, o desassossego da paz, compromisso com a justiça.
Humanidade outra, Maria, hospitaleira. E que tantos pedidos sejam canção
reunida nas veredas dos promotores do diálogo. E o que foi inaugurado
pelo Filho Jesus, conversa boa de céu e terra, continue, ainda que nos
casebres dos pequenos. Afinal, outra sorte de grandeza maior não há, do
que o saboroso dom de ser humano do divino.
Pe. Vicente de Paula Ferreira, C.Ss.R.
Dia 27 de junho:
Festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Entrevista com Pe. Vicente Ferreira, C.Ss.R.
Entrevista
Em 2013, as Visitas Canônicas do Governo Provincial
pretendem reforçar o trabalho dos Redentoristas como um corpo de serviço
evangelizador aos mais abandonados, ampliando o diálogo e a participação nas
atividades de cada comunidade da Província. Em entrevista ao AKIKOLÁ, o
Superior da Província do Rio, Pe. Vicente Ferreira, C.Ss.R., fala sobre o
projeto.
Qual é o objetivo principal
das visitas canônicas?
Conforme o Estatuto Geral da
Congregação (0155), “para que possa animar e coordenar a (Vice) Província, o
Superior (Vice) Provincial deve conhecê-la. Por isso, a fim de promover o
diálogo, não só receba de boa vontade os confrades, mas
também visite com frequência as comunidades, participando da vida dos confrades.
Ao menos a cada triênio, faça a visita canônica de toda a (Vice-) Província”.
Sendo assim, o Governo Provincial decidiu realizar as visitas por estarmos em
mais da metade do quatriênio e por ser um tempo favorável para avaliações e
partilhas sobre a vida comunitária e pastoral.
De que forma as visitas estão
sendo realizadas?
Os
encontros estão sendo realiza dos pelo Provincial e um Conselheiro em todas as
comunidades da Província. São reuniões, conversas individuais e celebrações.
Além desse roteiro oficial, a Província iniciou o processo de catalogação dos
bens culturais de cada comunidade, assim como a reorganização dos arquivos
locais.
Haverá espaço para uma
conversa com leigos, jovens redentoristas e lideranças
pastorais?
Isso
depende da disponibilidade, programação e necessidade de cada comunidade. Sendo
possível, todo encontro é sempre bem-vindo. Por exemplo, em Curvelo (MG), onde
foi realizada a primeira visita, em abril, foi uma experiência bonita e
gratificante conhecer mais de perto o grande trabalho da Obra Social São
Geraldo.
Como ficou definida a agenda desse
projeto?
* 24-26
de abril: Curvelo (MG)
* 06-08
de maio: CVDM - Belo Horizonte (MG)
* 13-15
de maio: Coronel Fabriciano (MG)
* 05-07
de junho: São José - Belo Horizonte (MG)
* 19-21
de junho: Frei Gaspar (MG)
* 01-03
de julho: Cariacica (ES)
* 05-08
de agosto: Campos (RJ)
* 13-15
de agosto: Rio (RJ)
* 19-23
de agosto: Glória, CVSA, CVSC - Juiz de Fora (MG)
* 03-05
de setembro: Floresta - Juiz de Fora (MG)
Brenda
Melo
Juiz de Fora,
MG
FONTE: AKIKOLÁ de
Maio/2013
Ano de Promoção da Vocação Missionária Redentorista
O Governo Geral Redentorista declarou, através
de carta enviada pelo Superior Geral, Pe. Michael Brehl, C.Ss.R., o “Ano
de Promoção da Vocação Missionária Redentorista” em todas as unidades
da Congregação do Santíssimo Redentor, iniciando com a festa de Santo
Afonso,1º de agosto de 2013, e indo até a data de fundação da
Congregação, 09 de novembro de 2014.
O ano vocacional
será anunciado oficialmente durante a Jornada
Afonsiana, no dia 22 de julho, em Aparecida (SP), e
celebrado em 1° de agosto, na Igreja de Santo
Afonso, no Rio de Janeiro (RJ). “Que o Espírito Santo
guie nossos esforços e iniciativas. Confiamos esse ano especial aos cuidados de
Maria, nossa Mãe do Perpétuo Socorro. Seu ‘sim’ a Deus continua a ressoar no
coração de todos os Missionários Redentoristas”, declarou o Superior
Geral.
A criação de um
ano dedicado à promoção da vocação missionária foi proposta pelo Secretariado
Geral de Formação em março deste ano. De acordo com o Pe. Brehl, as visitas
canônicas têm dado destaque aos desafios atuais apresentados pelo ministério
vocacional e de promoção. “Em cada Conferência, percebemos que as unidades devem
focar sua atenção nessa dimensão essencial de nossa missão, e determinar passos
concretos e ações para a atuação desse importante ministério”, afirmou o
Redentorista.
Fonte:
www.provinciadorio.org.br
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Asas do Espírito, uma força amorosa
Asas do Espírito, uma força amorosa
“No
mistério do sem-fim equilibra-se um planeta. E
no
planeta um jardim e no jardim um canteiro e no canteiro uma violeta e sobre ela
o dia inteiro entre o planeta e o sem-fim a asa de uma
borboleta”
(Cecília
Meireles)
O mistério do sem fim, coração do homem. Capaz de tamanhas
façanhas na amplidão infinita de céu e terra. Ah que se curvar, pelo caminho
afora, diante dos encantos mais variados e, muitas vezes, mãos postas, deixar
surgir alguma silenciosa prece. Acenos que se interpõem nos horizontes,
verdadeiros sinais da paz inquieta dos caminhantes. Uma flor de borboleta pode
dar asas ao coração e trazer, de perto ou de longe, inspirações alvissareiras.
Humano, de alma vazia, sem sonhos, não consegue alcançar respiro suficiente para
cruzar barreiras. Existência amarga daqueles que não sentem o gosto da poesia,
da arte, da música boa. Entre tantos estigmas, é possível colher do fundo da
gente, como mestra de outros, a sensibilidade sagrada de quem se encanta e por
isso louva e cuida dos divinos e graciosos dons. “Olhai os lírios do campo como
crescem: não trabalham nem tecem. Entretanto vos digo que nem Salomão, no auge
de sua glória, vestiu-se como um deles” (Mt 6, 28-29).
Sim!
Há os que se aperfeiçoam nas ciências capazes de incríveis aparatos técnicos. E
o que dizer dos gênios inventores ou descobridores dos mais sutis enigmas
naturais? Entretanto, um momento, por favor! O louvor de hoje vai para as
cálidas mãos ágeis, para os cansados pés de poeira, para as inquietas mentes que
projetam as mais bonitas construções amorosas. Não cuidam de objetos somente,
seu moço, mas sim de histórias. São os que insistem, mesmo contra correntes, na
construção de cenários solidários. Acolhem vidas,mais que máquinas; promovem
almas, mais que aparelhos. Exemplos? Como fio condutor de uma nova consciência
humana e cristã, as obras sociais, também as redentoristas, confeccionando um
verdadeiro tapete de solidariedade no duro chão dos necessitados. Espalhadas
pelas comunidades amparam, incentivam, promovem o que poderia ser apenas
silenciado pela violência dos insensíveis. Verdadeiro sopro que desperta os
dons; para além de números, vidas. Aliás, estatística tem esse defeito: não mede
amor fraterno, graças a Deus!
Aproveitando
a ocasião, um grande aplauso à colorida presença feminina nessas frentes de
cuidados humanos. Zelo, sensibilidade, lançando sempre o bom perfume no resgate
da dignidade do viver, e até mesmo descobrindo boas oportunidades de inserção
afetiva e social. Mães, mulheres, jovens ou adultas, instrumentos do Santo
Espírito, arejando a existência endurecida pelos indiferentes. Ganham novas asas
as crianças carentes, os jovens sem rumo, os velhos descuidados. Belas asas de
borboleta como brotos que largam seu casulo e felizes voam. Que maestria, não é
mesmo? Haveria maior recompensa para quem cuida, do que ver uma minúscula
criatura sair de sua pequenez e voar? Mais que isolados trabalhos, é bom de ver
uma rede fraterna se fortalecendo. E no final do dia poder dormir, ainda que
pecador, contagiados pela salvação do amor.
Antes
de terminar, um aviso, camarada! Sem essa de pensar que somente pode dar quem já
tem muito. Os que mais doam de verdade são aqueles que se descobriram, no chão
finito de si mesmos, que sem a graça que distribui os dons, nada poderiam, nem
mesmo viveriam. Veja o equilíbrio manso das asas de uma borboleta e tente
imitá-la. Certamente não conseguirá. No entanto, irá mais longe ainda se não
barrar o sopro do espírito que mora na casa de sua vida. Cuidado, porém, porque
Ele é sutil demais para os apressados, para os agitados, pretensiosos, cheios de
si. Somente habita a morada dos mansos, dos que guardam no peito o desejo de
Deus e o empenho pelo amor fraterno, grandes asas que equilibram as coisas
humanas entre seu pequeno planeta e o sem-fim.
Pe.
Vicente de Paula Ferreira, C.Ss.R. - Superior
da Província Redentorista do Rio
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domingo, 10 de março de 2013
São Clemente Maria Hofbauer, o Apóstolo de Viena
DIA 15 DE MARÇO, A CONGREGAÇÃO
REDENTORISTA CELEBRA
SÃO CLEMENTE MARIA HOFBAUER,
o Apóstolo de Viena
o Apóstolo de Viena
São Clemente Maria Hofbauer, austríaco, nasceu em dia 26 de dezembro de 1751.
Intrépido defensor da Igreja, o “Apóstolo de Viena”, é considerado o segundo fundador dos redentoristas. Foi muito perseguido pelo mau clero, isso lhe causou muita dor e amargos fracassos. Entretanto, destacou-se por seu amor incondicional à Igreja, ao Sumo Pontífice e pela perspicácia em detectar erros contra a fé.
Intrépido defensor da Igreja, o “Apóstolo de Viena”, é considerado o segundo fundador dos redentoristas. Foi muito perseguido pelo mau clero, isso lhe causou muita dor e amargos fracassos. Entretanto, destacou-se por seu amor incondicional à Igreja, ao Sumo Pontífice e pela perspicácia em detectar erros contra a fé.
Pe. Clemente deveria introduzir a Congregação Redentorista nos
países de língua alemã, todavia, não pode exercer seu apostolado em seu país de
origem, por problemas de ordem política, enfrentando adversidades ideológicas,
provenientes do império austríaco. Mas, também, sofreu com os conflitos
internos da Congregação, porque os confrades italianos, em geral, discordavam
de suas iniciativas e métodos apostólicos. Então, atendendo a um pedido
do Núncio Apostólico em Varsóvia, São Clemente foi para a Polônia.
Os sermões do Pe. Clemente eram simples, profundos, conquistando
pobres e crianças, além de converter muitos intelectuais. Sabe-se também
que era um homem perseverante, inovador e de iniciativas ousadas para a
sua época; não desanimava por nada, sua força era a Cruz do Redentor.
São Clemente Maria Hofbauer faleceu no dia 15 de março de 1820, no momento em que
os sinos tocavam o Angelus. Foi beatificado por Leão XIII e canonizado
por São Pio X, em 20 de maio de 1909. Que seu exemplo de nos leve a um amor
mais profundo à Palavra de Deus e sejamos como ele, testemunhas da Copiosa
Redenção em Cristo e que sua trajetória missionária desperte em todos nós o
dinamismo apostólico e a coragem para respondermos às urgências pastorais do
nosso tempo.
São Clemente Maria Hofbauer, rogai por
nós!
Não nos esqueçamos: São Clemente
Hofbauer levou a Congregação para além da Itália, para a Europa e o mundo.
(Nair Pimenta)
sábado, 9 de março de 2013
O LEGADO DE CLEMENTE HOFBAUER
Clemente, em sua época, foi ‘um
sinal de contradição’ - dentro da Igreja, bem como fora dela. Por complexas
razões, muitos dos lugares por ele fundados, ou onde trabalhou, foram destruídos
ou ele foi expulso deles. Até mesmo uma proibição de pregar foi imposta a ele
por mais de um ano. A polícia secreta de Viena era cliente regular em sua porta.
No entanto, Clemente permaneceu um pastor incansável e entusiasmado entre o
povo.
As prioridades pastorais de
Clemente Hofbauer são – mesmo após 200 anos – muito relevantes e significativas
para nós redentoristas e a Igreja de hoje. A Igreja em nossos dias deveria se
esforçar mais para trazer de volta as pessoas e colocar-se junto delas em suas
preocupações e temores. Isto é especialmente verdade para as pessoas que têm
necessidade de apoio social e espiritual - especialmente imigrantes e as
pessoas à margem da sociedade.
Os redentoristas em todo o mundo
estão focando em seu carisma, assim como muitas outras congregações religiosas
estão fazendo. Fidelidade ao Evangelho marca o fundamento básico de nossas ações
e, portanto, somos, muitas vezes, chamados a ser ‘sinais de contradição’, como
Clemente. Assim, temos que enfrentar o desafio do Papa Bento XVI, que se dirigiu
aos religiosos reunidos em 03 de fevereiro, na Basílica de São Pedro, durante a
celebração anual da Vida Consagrada.
Clemente Maria Hofbauer:
Santo Padroeiro de Viena desde 1914
Clemente Hofbauer foi nomeado
padroeiro da cidade de Viena, pela Santa Sé, em janeiro de 1914. Os preparativos
para a comemoração dos 100 anos já começaram. Os principais destques da
celebração serão em janeiro de 2014, com uma Missa na Catedral de Santo Estêvão
(com o Cardeal Christoph Schönborn) e uma Missa em nossa
Igreja de Maria am Gestade, sendo o Núncio Papal o
principal celebrante. Haverá também um simpósio e um "contato aberto dos
redentoristas com os transeuntes” no centro da cidade de Viena. Informações
mais detalhadas sobre este jubileu seguirão em data posterior.
Confrades de outras Províncias são
convidados a se juntarem a nós, em Viena, para as celebrações a serem realizadas
entre 19 e 26 de janeiro de 2014.
"Museu de Clemente" em
construção
Três salas ao lado da Igreja de
Maria am Gestade, estão sendo construídas, atualmente, para ser o "Museu
de Clemente". O trabalho de construção está em pleno andamento. O museu deve ser
concluído nos próximos meses. Além de Clemente Hofbauer, o museu vai retratar
também a vida do future beato de Viena, Wilhelm Janauschek, C.Ss.R. - bem como
a história da Igreja Mariana mais antiga de Viena, e a expansão da Congregação
(a "Congregação Transalpina") a partir de Viena, no século XIX.
A angariação de fundos
para a construção do museu já percebeu € 68.000, cobrindo ¾ dos custos da
construção. O projeto "pedra da construção” para o museu ainda está em andamento
(você pode comprar uma pedra comemorativa por € 100).
Fonte: Boletim
Scala/Março 2013
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O mistério do sem fim, coração do homem. Capaz de tamanhas
façanhas na amplidão infinita de céu e terra. Ah que se curvar, pelo caminho
afora, diante dos encantos mais variados e, muitas vezes, mãos postas, deixar
surgir alguma silenciosa prece. Acenos que se interpõem nos horizontes,
verdadeiros sinais da paz inquieta dos caminhantes. Uma flor de borboleta pode
dar asas ao coração e trazer, de perto ou de longe, inspirações alvissareiras.
Humano, de alma vazia, sem sonhos, não consegue alcançar respiro suficiente para
cruzar barreiras. Existência amarga daqueles que não sentem o gosto da poesia,
da arte, da música boa. Entre tantos estigmas, é possível colher do fundo da
gente, como mestra de outros, a sensibilidade sagrada de quem se encanta e por
isso louva e cuida dos divinos e graciosos dons. “Olhai os lírios do campo como
crescem: não trabalham nem tecem. Entretanto vos digo que nem Salomão, no auge
de sua glória, vestiu-se como um deles” (Mt 6, 28-29). 

